Quando é a hora de renovar a marca do seu restaurante?

Quando é a hora de renovar a marca do seu restaurante?

Qual o momento certo de mudar?

Gestores e sócios de bares e restaurantes constantemente se colocam nesse dilema: quando é a hora certa de renovar a sua marca?

Nos bastidores do mundo da propaganda, existe um pensamento que afirma que, se veio à sua mente a indagação se seria o momento certo de fazer alterações – isso significa que algo está errado.

Mas, como não devemos generalizar tudo, no caso desse mercado, é importante lembrar de estabelecimentos mais clássicos, bares que atravessam anos e décadas com o mesmo nome e, às vezes, até o logotipo.

Hoje o Blog da CMV vai trazer um pouco desse tema, para ajudar você a entender e conduzir essa questão em seus negócios.

O caso Subway

Sempre presente e com restaurantes estrategicamente posicionada em lugares onde a fome bate, a rede de franquias norte-americanas Subway não é um sinal da modernidade – sua história começa em 1965.

O primeiro passo foi em Bridgeport, cidade do Connecticut. Deu tão certo que os sanduíches migraram para outros 32 endereços em 10 anos – e o resto é história.

E o fato de ser um clássico não o impede de fazer mudanças. Pelo contrário.

No mês de novembro, a rede de alimentação rápida anunciou uma novidade na sua marca – inaugurou no Brasil o conceito Fresh Forward, com novos displays, espaço moderno para exibir cookies, pães e vegetais.

A novidade traz até mesmo uma logotipia especial, o clássico S fixado nas paredes das franquias recebeu nova estilização.

Hoje a rede Subway possui mais de 44 mil operações em 113 países.

Saiba se é a hora certa de renovar a marca do seu restaurante

Antes de iniciar o processo de fazer mudanças na sua marca, é preciso fazer uma análise profunda e cuidadosa sobre seu estabelecimento.

Afinal, qual o motivo da mudança? Essa é a pergunta central.

Ao trazer novidades no nome, no logotipo, no visual e no conceito do seu bar ou restaurante, é importante conectar essa transição a outras propostas que passarão a ser oferecidas no serviço ou cardápio, por exemplo.

Se os negócios não estão indo bem, talvez trazer uma nova roupagem pode ser um respiro e uma chance de fôlego para implementar mudanças.

Importante: será apenas um fôlego. Afinal, se as coisas não estão tendo bons resultados em termos de lucratividade, provavelmente há outros problemas em curso – e não apenas o nome.

 

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Quando mudar é necessário para consertar

Há alguns anos, o jornal The New York Times trouxe reportagem sobre uma tendência em bares e restaurantes dos Estados Unidos que, para apagar problemas, optaram por um novo conceito e uma nova marca. Para começar do zero.

Um restaurante com foco em transmissão esportiva perto de St. Louis recebia o nome de Pujols 5 – essa era uma nomenclatura que homenageava o astro do beisebol Albert Pujols.

Era um sucesso!

Quando o atleta foi transferido para um time de fora da cidade – o público fanático sentiu a mudança como uma provocação e, como consequência, parou de visitar o bar com seu nome.

Os proprietários eram comerciantes, não tinham culpa da transferência. Mas tiveram de mudar o nome ao menos duas vezes para, só assim, voltar a ter a antiga clientela.

 

Mudar faz bem e, muitas vezes, é preciso, mas é fundamental saber onde se está pisando para não colher resultados negativos – e perder o prestígio que já havia sido alcançado.

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