O que fazer quando o cartão do cliente não passa?

O que fazer quando o cartão do cliente não passa?

Uma guia rápido sobre como evitar constrangimentos e
contornar a situação quando o cartão do cliente não passa. Saiba como superar
alguns imprevistos e, ainda, conquistar o consumidor.

A cena que vamos descrever a seguir é forte – e mais
comum do que se pode imaginar. Com certeza, ela está acontecendo em vários
lugares nesse exato momento.

Após o término da refeição, na hora de pagar a
conta, na fila do caixa ou à mesa, com o garçom, o cartão do cliente não passa.
Tenta de um jeito, tenta de outro. Não é problema na máquina? Não, senhor. Será
que está sem sistema? O senhor teria outra bandeira?

E por aí vai…

O Blog da CMV
traz, neste artigo, um guia rápido com algumas providências que podem ser
tomadas nesses momentos mais constrangedores. Tente colocar em prática no seu
dia a dia.

Bom senso e calma

Não é preciso nem citar essa dica, porém, como estamos
fazendo algo mais completo sobre o tema, nunca é demais alertar que: ter
paciência é fundamental para situações quando o cartão do cliente não passa.

Manter o bom humor e priorize o diálogo nesses momentos. Não
tome atitudes como se fosse um robô – e oriente sua equipe a fazer o mesmo.

O importante é tratar esse tipo de situação como algo
trivial e não como um acontecimento especial, que pode causar transtornos tanto
para os demais clientes quanto para o próprio estabelecimento.

Casos distintos

O cartão do cliente não passa. Ponto. De forma rápida e
consciente, é preciso identificar o 
motivo desse obstáculo no meio de pagamento.

Se a situação dá a entender que o problema está na máquina
de cartão de crédito do estabelecimento, é fundamental que o próprio comércio
providencie uma opção. E isso não é uma dica do blog, mas uma determinação do
Código de Defesa do Consumidor.

Para essas e outras hipóteses, pode ser interessante ter
mais opções de máquinas em atividade no recinto.

Se não há dinheiro suficiente na conta, o cartão do cliente
pode não passar e, dessa vez, não é o restaurante que precisa fornecer outras
opções – mas o próprio consumidor.

Para esses casos, mais uma vez, vale o que foi escrito no
ítem anterior: é hora de usar de paciência e bom senso, tentando, sempre,
facilitar as possibilidades de resolução.

Dependendo da forma como for abordado, o caso pode trazer
até mesmo um efeito inesperado: a fidelização daquela pessoa.

Importante: não é permitido “segurar” documentos do
consumidor, como RG e carteira de motorista, servindo de garantia para o futuro
pagamento.

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