Como reagir ao aumento do preço da carne no Brasil

Como reagir ao aumento do preço da carne no Brasil

O noticiário econômico dos últimos dias já fez o alerta e é hora de agir. Donos de bares e restaurantes devem estar atentos aos efeitos do aumento do preço da carne, registrado com intensidade nos mercados neste final de ano.

Hoje o Blog da CMV fala um pouco sobre essa alta nos preços e, principalmente, traz ao gestor do estabelecimento alguns pontos importantes sobre ações práticas para não ter resultados negativos com essa variação de mercado.

Mas antes de partirmos para as medidas que nossos consultores sugerem para serem executadas e transmitidas a sua equipe, vamos falar um pouco sobre a origem dessa mudança nos valores.

Por que a carne está mais cara no Brasil?

São fatores econômicos internos e externos que estão determinando a alta da proteína animal. De acordo com reportagem do jornal Extra, parte da culpa dessa variação é, literalmente, um negócio da China!

Vamos explicar.

Uma doença hemorrágica e contagiosa atingiu os rebanhos suínos chineses e, para suprir esse mercado, passaram a comer mais carne bovina – e o Brasil passou a exportar muito mais para o país. De acordo com o Agrostat, as exportações já ultrapassam US$ 3 bilhões.

Diante desse cenário, o produtor tem preferido enviar carne para o exterior, pois estão pagando mais caro e, assim, o dono de supermercado tem oferta mais baixa.

Além da questão chinesa, há um outro fator importante na construção do cenário do aumento do preço da carne no Brasil.

De acordo com o site Agro em Dia, o período da entressafra costuma apresentar uma redução no número de bovinos pronto para o abate. E o final de ano, com as festas, é um período de mercado interno aquecido, ou seja, de alta procura.

O resultado desses quadros é uma carne mais cara no açougue – o contrafilé, por exemplo, subiu 5,8%; a alcatra, 3,6%. Esse aumento, certamente, reflete diretamente no setor de alimentação.

O aumento do preço da carne e seu estabelecimento

Além do quadro de alta nos preços já apresentados neste artigo, outra informação também merece atenção e serve de alerta aos donos de bares e restaurantes – segundo especialistas do setor, o aumento do preço da carne deve prosseguir por até dois anos.

Diante dessa dinâmica, existem algumas medidas que o gestor pode tomar, dentro das possibilidades e de sua realidade econômica.

Selecionamos duas delas:

Hora de Estocar

Se existem condições para estocar carne (em especial, bovina e suína, que estão mais em alta), essa é uma prática que pode trazer bons resultados no dia a dia da gestão do seu negócio.

Para se ter uma ideia, de acordo com a Bolsa de Gêneros Alimentícios do Estado do Rio de Janeiro (BGA), nos últimos dois meses, a carne bovina no atacado teve incremento de 40%.

 

Hora de fazer cotação

Outra ação obrigatória para o momento, diante do aumento do preço da carne, é a de acompanhar de perto – e de forma detalhada – os preços e as condições dos fornecedores no mercado.

Inclusive, pode ser o momento ideal para ampliar o número de fornecedores para seu estabelecimento. A CMV oferece a bares e restaurantes uma solução feita sob medida para o setor de compras: ao cotar, a ferramenta proporciona uma análise do melhor preço, item a item, e que fazem a compra com foco em gerar essa economia.

E se você já é um cliente CMV, que utiliza a nossa ferramenta Gestão Total de Compras, saiba que em cenários como o que estamos atravessando, é fundamental dedicar atenção à cotação da carne.

A CMV faz a diferença.